Dalsin lança o disco “Cereja Hollywood”  pela gravadora Alaska

Sobre o mais novo disco de Dalsin

Cereja Hollywood”, o mais novo disco de Dalsin, que foi lançado nesta quarta-feira (29.09), traz toda a personalidade do artista que com facilidade escreve desde músicas mais pesadas a love songs. O que garante um disco versátil, com músicas que agradam a todos os gostos. Nos últimos projetos que antecederam o disco “Cereja Hollywood” é possível ver todas as faces de Dalsin, cantando, atuando e interpretando, o que fez com que o disco fosse ainda mais esperado.

Todo o projeto entre clipes e disco é uma produção da gravadora Alaska, sob direção de Froid. “Cereja Hollywood” tem 14 faixas, entre elas feats com Chris MC, Duzz, Cynthia Luz, Bless e Santzu, Adonai e Matheusin. As produções do disco são assinadas por Froid, Nardin, OGL e Gio prod, Gio como produtor musical de Dalsin é o responsável pela maior parte das produções do disco. As mix e master foram feitas por Felipe Artioli.

O single “Parabellum”, fez sucesso. O álbum “Cereja Hollywood”, está disponível nas plataformas digitais.

Dalsin sobre o disco

Pra mim, “Cereja Hollywood” foi minha última chance, tá ligado?! Foi o grito de alguém que tava prestes a pular do barco, saca?A gente não sabe o que é que vai acontecer, como as coisas vão acontecer, e por achar que Cereja seria o último (disco), nesse disco eu falei tudo o que eu tinha que falar. Eu senti tudo o que tinha que sentir, não deixei o ego, a vulnerabilidade ou o momento sensível que vivia na minha vida pessoal, me inibir.

Então eu falei tudo o que precisava falar nesse disco. Era a última bala do tambor, se eu errasse esse tiro eu acredito que não teria outro, sacou?

“Cereja Hollywood” tem 14 faixas, mas o disco foi escrito com 30, foi um processo muito meticuloso desde o começo, a nossa intenção foi lançar as melhores músicas, eu não digo hits, digo músicas que vão fazer as pessoas se emocionarem e receberem a mensagem. Que vão fazer as pessoas sentirem o que eu senti em cada linha dessas, e o que eu vivi. Foi o primeiro disco que me fez chorar com uma música minha, isso ainda não tinha acontecido antes.

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